Os revestimentos de superfície vem sendo utilizados há milhares de anos, desde a pré história, quando a pintura se limitava exclusivamente a decoração de cavernas e outras moradias. Os antigos aplicavam em seus barcos, utensílios, instrumentos musicais, armas, templos e palácios.
Até que as primeiras fábricas de tintas e vernizes surgissem, durante o século XIX, os pintores tinham que elaborar as próprias tintas, mediante um número restrito de matérias primas e de processos muito precários.
A formulação era quase uma ARTE. Os conhecimentos limitados, adquiridos lento e pacientemente, através de tentativas e erros, foram transmitidos de pais para filhos durante gerações.
Nos primórdios do século XIX, a técnica de pintura era bastante elementar. A primeira Indústria data de 1867, marcando o início da indústria moderna de tintas. No entanto, as tintas eram geralmente de baixa qualidade, uma vez que a técnica da indústria era limitada e os químicos e laboratórios de pesquisa eram desconhecidos.
Ao redor de 1900, as indústrias passaram a empregar químicos, buscando produzir tintas e vernizes de qualidade. Esse período também se caracterizou pela formação de associações comerciais, visando o intercâmbio de conhecimentos e a extensão de mercados, surgindo assim, a National Paint, Varnish and Lacquer Association. Em 1914, foram pequenos grupos de químicos e produtores que originaram a Federation of Societies for Paint Technology.
Desde o início do século XX, a história da Indústria de tintas, vem tendo uma constante e acelerada evolução tecnológica, associada e beneficiada pelo também desenvolvimento de outros segmentos da indústria, permitindo assim, oferecer produtos, cada vez mais adequados às necessidades de consumo.
|